QUADRINHOS…

7 11 2008

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Profissão

7 11 2008

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CORRUPÇÃO!

7 11 2008

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A PARTICIPAÇÃO DA JUVENTUDE NA POLITICA

7 11 2008

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Jovens, devem estar ciente dos acontecimentos políticos em suas localidades (Municípios) em que vivem, bem como fazer um chamamento à responsabilidade de todos os jovens para que assumam de fato, e de direito, o seu lugar na condução dos destinos administrativos de seus Municípios.

Já não é mais aceitável que nossos adolescentes inteligentes, dinâmicos e criativos fiquem relegados a planos secundários ou totalmente ignorados nos programas e projetos administrativos dos Municípios.

Jovem, é chegada à hora de se fazer uma política onde a juventude seja de fato a prioridade em uma administração.

Você jovem é a alavanca necessária para dar o inicio, uma revolução administrativa, onde a participação do cidadão é fundamental para, com a transparência necessária de todos os atos administrativos, mostrar que apesar da carência de recursos, pode muito bem, propiciar a todos os segmentos da sociedade uma perspectiva de vida superior a que ofereceram, se é que ofereceram alguma coisa.

Jovem, você já parou para pensar nesta pergunta: “Quando algum jovem foi chamado para ser um co-autor na condução dos destinos de seu Município?

Veja bem, todas as lideranças emergentes, cidadãos jovens, dinâmicos, competentes preparados cultural e intectualmente, são desprezados de qualquer possibilidade de serem co-gestores de uma administração.

Os jovens precisam de espaços político administrativo, com a conquista do espaço irá propiciar a sociedade uma administração inteligente e, sobretudo voltada para o progresso. Imaginamos uma empresa, uma instituição, uma sociedade, um município ou uma nação, bem sucedidos, tendo por administradores pessoas despreparadas e, sobretudo limitadas em termos de conhecimentos? É evidente que existem as exceções, mas até quando vamos ficar fazendo experiências na busca de uma exceção que dê certo? As coisas não acontecem por acaso, é preciso ir em busca das soluções para os problemas que se apresentam. Não devem aceitar lamentações como justificativas para falta de recursos, isto porque felizmente, os Municípios podem contar com cidadãos jovens, inteligentes, competentes, preparados, para através da criatividade, da competência, superar as dificuldades de ordem conjuntural.

Jovens, não somente o jovem etário é jovem na idade, mas jovem de idéias de mentalidade, jovem na criatividade, jovem no dinamismo, jovem de espírito, enfim, que saibam valorizar as experiências positivas do passado e que tenham a honradez e a coragem de assumir os erros, fazendo destes motivos para a busca constante do acerto.

A inserção da juventude na Política é de extrema importância para renovar quadros, trazer novas idéias e construir um novo caminho. Os jovens não podem ficar omissos, tem que acreditar na força como instrumento de transformação. O Jovem seja ele de direita ou esquerda, independente da sua ideologia, do partido em que esteja não pode ficar ausente das discussões que envolvem nosso futuro.

No exercício da cidadania, a participação do jovem amplia os espaços públicos, assim acabando com o individualismo na sociedade política. O eleitor jovem deve compreender que a política faz parte do nosso dia-dia e é fundamental para sobrevivência da sociedade. Devemos aumentar a participação da juventude nos debates políticos.

“VOCÊ JOVEM É A ALAVANCA NECESSÁRIA PARA DAR O INICIO A UMA REVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA”





AOS PAIS.

7 11 2008

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7 11 2008

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NÃO QUERO APRENDER!

7 11 2008

 

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Um dia desses, enquanto tentava ajudar uma pessoa quanto ao uso do seu celular, ela saiu-se com a seguinte frase:
– Não quero aprender!
Confesso que no primeiro instante fiquei confuso diante dos sentimentos dos quais fui assolado: perplexidade, irritação e … pena!
Apesar de em várias ocasiões ter convivido com situações similares, de maneira manifesta ou latente, é extremamente difícil compreender, principalmente para quem faz da sua vida profissional e pessoal o treinar, orientar, aconselhar e atuar como “coach”, que alguém não queira aprender, entender, dominar novos conhecimentos.
Pessoas que não querem aprender são dignas de pena, são mortos-vivos que esqueceram de entrar no seu “caixão”, que se aposentaram da vida, que perderam a curiosidade e o desejo de conhecer novas trilhas e enfrentar novos desafios.
Evidentemente, devido às nossas limitações, não podemos querer ter todo o conhecimento a respeito de tudo que a vida nos oportuniza.
No entanto, até para sobreviver no nosso dia a dia, necessitamos dominar um bom volume de conhecimentos, noções básicas do uso de alguns materiais, máquinas, equipamentos e utensílios, tão presentes e praticamente indispensáveis nas nossas vidas.
Ainda um pouco transtornado com o episódio acima relatado, comecei a me perguntar:
– E eu, o que não quero, ou não estou querendo aprender?
Na maioria das vezes percebemos as deficiências dos outros, porém não conseguimos enxergar nossos próprios defeitos.
Ao examinar com um pouco de profundidade essa questão é possível resgatar de um passado longínquo e até mesmo recente, um volume considerável de temas, idéias e/ou conhecimentos os quais eu e/ou quem sabe você, não quisemos ou não queremos aprender, como por exemplo:
– matemática, inglês, química, física, italiano, …
– informática, contabilidade, finanças, …
– falar em público, vender, prestar um atendimento espetacular, …
– planejar, organizar, dirigir e controlar recursos, …
– lidar com pessoas, amar, conhecer e administrar expectativas, dar e receber “feedback”, e
– outros.
– Por que isso acontece?
– Qual o motivo que nos leva a agir dessa forma?
A princípio, quando se ouve ou se diz que cada ser humano é um universo à parte, essa afirmação me parece muito apropriada, pois com freqüência nossas ações e reações nem sempre atendem a padrões eleitos como politicamente corretos.
O que cada um de nós pensamos, sentimos e agimos ou não, diante de determinadas situações é muito diferente e muitas vezes, está associado ao nosso estado mental, bem como ao que gostamos e/ou necessitamos ou ainda, consideramos importante.
Sem dúvida, a maioria das pessoas faz suas escolhas tomando por base um ou todos esses motivos. Entretanto, pessoas com visão mais apurada vão mais além, relacionam as necessidades de conhecimento que podem provocar maiores oportunidades nas suas vidas pessoal e profissional. Esforçam-se para vencer suas barreiras internas, ou seja, buscam conhecer ou ao menos adquirir algum entendimento a respeito das coisas que o cercam. De certa forma tentam alcançar conhecimentos, os quais nem sempre traduzem o que mais lhe agradam, mas que entendem como importantes para o seu crescimento e desenvolvimento.
Profissionais que direcionam seu foco para o crescimento desenvolvem e resgatam uma habilidade muito comum na infância, mas que parece, ao menos para a maioria das pessoas, que à medida que crescemos vamos perdendo, que é a “curiosidade”. O desejo de navegar por caminhos desconhecidos, ou seja, não nos contentarmos apenas com o que sabemos. Querer ir mais longe, ir ao encontro de novos conhecimentos e de novos campos.
São muitas as pessoas que tem preguiça para aprender, para pensar.
Certa vez, ao entrar numa empresa para realizar um seminário, me deparei com um cartaz sobre a porta de entrada da sala de treinamento, que dizia o seguinte:
“5% das pessoas pensam”;
15% das pessoas pensam que pensam e
80% das pessoas preferem morrer do que pensar!”
Confesso que a princípio fiquei um pouco chocado, sendo aquele um lugar destinado ao treinamento e desenvolvimento de pessoas, considerei esse recado um tanto agressivo. No entanto, diante de frases como o título desse artigo, me vejo na obrigação de ao menos reavaliar minha posição, pois são muitas as pessoas que detestam pensar, pensar diferente, ir em busca de conhecimentos.
A vida, a cada dia, nos oportuniza novos e diferentes conhecimentos.
Existe um “causo” que conta mais ou menos assim:
O vivente estava nos últimos instantes de sua vida e o costume era colocar uma vela na mão do moribundo, para que ele se despedisse da vida com luz.
Não encontrando nenhuma vela, eis que um dos presentes sugeriu que lhe colocassem na mão um tição (pedaço de lenha acesa), ao que o moribundo exclamou, enquanto morria: morrendo e aprendendo!

Aprender e ensinar faz parte das nossas vidas.

– Eu quero aprender e você?