DICA DO PAINEL ANTENADOS

7 01 2009

Olá,
Veja estes sites, penso serem bem úteis:

http://www.algosobre.com.br

http://www.mec.gov.br

http://www.garagemmp3.com.br

http://www.portrasdasletras.com.br

http://www.degracaemaisgostoso.com/

http://www.klickeducacao.com.br

http://www.mundovestibular.com.br

http://www.colegiosaofrancisco.com.br/al…

http://www.suapesquisa.com ou então

http://www.bussolaescolar.com.br

São ótimos sites, com vários conteúdos.

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Escola Pública no Japão x Escola Pública no Brasil

5 01 2009





NÃO QUERO APRENDER!

7 11 2008

 

nao-quero

Um dia desses, enquanto tentava ajudar uma pessoa quanto ao uso do seu celular, ela saiu-se com a seguinte frase:
– Não quero aprender!
Confesso que no primeiro instante fiquei confuso diante dos sentimentos dos quais fui assolado: perplexidade, irritação e … pena!
Apesar de em várias ocasiões ter convivido com situações similares, de maneira manifesta ou latente, é extremamente difícil compreender, principalmente para quem faz da sua vida profissional e pessoal o treinar, orientar, aconselhar e atuar como “coach”, que alguém não queira aprender, entender, dominar novos conhecimentos.
Pessoas que não querem aprender são dignas de pena, são mortos-vivos que esqueceram de entrar no seu “caixão”, que se aposentaram da vida, que perderam a curiosidade e o desejo de conhecer novas trilhas e enfrentar novos desafios.
Evidentemente, devido às nossas limitações, não podemos querer ter todo o conhecimento a respeito de tudo que a vida nos oportuniza.
No entanto, até para sobreviver no nosso dia a dia, necessitamos dominar um bom volume de conhecimentos, noções básicas do uso de alguns materiais, máquinas, equipamentos e utensílios, tão presentes e praticamente indispensáveis nas nossas vidas.
Ainda um pouco transtornado com o episódio acima relatado, comecei a me perguntar:
– E eu, o que não quero, ou não estou querendo aprender?
Na maioria das vezes percebemos as deficiências dos outros, porém não conseguimos enxergar nossos próprios defeitos.
Ao examinar com um pouco de profundidade essa questão é possível resgatar de um passado longínquo e até mesmo recente, um volume considerável de temas, idéias e/ou conhecimentos os quais eu e/ou quem sabe você, não quisemos ou não queremos aprender, como por exemplo:
– matemática, inglês, química, física, italiano, …
– informática, contabilidade, finanças, …
– falar em público, vender, prestar um atendimento espetacular, …
– planejar, organizar, dirigir e controlar recursos, …
– lidar com pessoas, amar, conhecer e administrar expectativas, dar e receber “feedback”, e
– outros.
– Por que isso acontece?
– Qual o motivo que nos leva a agir dessa forma?
A princípio, quando se ouve ou se diz que cada ser humano é um universo à parte, essa afirmação me parece muito apropriada, pois com freqüência nossas ações e reações nem sempre atendem a padrões eleitos como politicamente corretos.
O que cada um de nós pensamos, sentimos e agimos ou não, diante de determinadas situações é muito diferente e muitas vezes, está associado ao nosso estado mental, bem como ao que gostamos e/ou necessitamos ou ainda, consideramos importante.
Sem dúvida, a maioria das pessoas faz suas escolhas tomando por base um ou todos esses motivos. Entretanto, pessoas com visão mais apurada vão mais além, relacionam as necessidades de conhecimento que podem provocar maiores oportunidades nas suas vidas pessoal e profissional. Esforçam-se para vencer suas barreiras internas, ou seja, buscam conhecer ou ao menos adquirir algum entendimento a respeito das coisas que o cercam. De certa forma tentam alcançar conhecimentos, os quais nem sempre traduzem o que mais lhe agradam, mas que entendem como importantes para o seu crescimento e desenvolvimento.
Profissionais que direcionam seu foco para o crescimento desenvolvem e resgatam uma habilidade muito comum na infância, mas que parece, ao menos para a maioria das pessoas, que à medida que crescemos vamos perdendo, que é a “curiosidade”. O desejo de navegar por caminhos desconhecidos, ou seja, não nos contentarmos apenas com o que sabemos. Querer ir mais longe, ir ao encontro de novos conhecimentos e de novos campos.
São muitas as pessoas que tem preguiça para aprender, para pensar.
Certa vez, ao entrar numa empresa para realizar um seminário, me deparei com um cartaz sobre a porta de entrada da sala de treinamento, que dizia o seguinte:
“5% das pessoas pensam”;
15% das pessoas pensam que pensam e
80% das pessoas preferem morrer do que pensar!”
Confesso que a princípio fiquei um pouco chocado, sendo aquele um lugar destinado ao treinamento e desenvolvimento de pessoas, considerei esse recado um tanto agressivo. No entanto, diante de frases como o título desse artigo, me vejo na obrigação de ao menos reavaliar minha posição, pois são muitas as pessoas que detestam pensar, pensar diferente, ir em busca de conhecimentos.
A vida, a cada dia, nos oportuniza novos e diferentes conhecimentos.
Existe um “causo” que conta mais ou menos assim:
O vivente estava nos últimos instantes de sua vida e o costume era colocar uma vela na mão do moribundo, para que ele se despedisse da vida com luz.
Não encontrando nenhuma vela, eis que um dos presentes sugeriu que lhe colocassem na mão um tição (pedaço de lenha acesa), ao que o moribundo exclamou, enquanto morria: morrendo e aprendendo!

Aprender e ensinar faz parte das nossas vidas.

– Eu quero aprender e você?





Vestibular, Uma Desgraça !

7 11 2008

vestibular

Não é só no Brasil que a experiência do vestibular gera complicações variadas. Ele representa uma verdadeira contradição. É feito para servir de filtro aos concluintes do ensino médio. Se esses alunos não conseguem êxito no concurso de habilitação, com os conhecimentos amealhados nas escolas, é a prova concreta de que o ensino que lhes foi ministrado era de baixo nível. Ou, como preferem outros, a prova de que o vestibular propõe questões que nada têm a ver com o nível do que é ministrado nas escolas regulares, daí a necessidade dos abomináveis “cursinhos”.
Mas isso também acontece no Japão. As crianças são pressionadas desde cedo, para uma competição desenfreada. As aulas particulares são estimuladas desde os seis anos de idade, o que é um exagero. Tudo porque os pais entendem ser essencial entrar numa universidade de prestígio, pois é isso que leva à segurança de um bom emprego numa grande empresa, num banco ou num órgão governamental. O futuro sorrirá para os mais competentes.
Em conseqüência, cresce o número dos suicídios entre os jovens. Restringe-se a criatividade e políticos consagrados pedem que se reforme o ensino, para que se tenha “um povo bondoso, patriótico e ao mesmo tempo internacionalista, que servirá adequadamente o país”.
A violência vivida nas escolas japonesas, além da concorrência exagerada, poderá ter raízes na perda dos valores tradicionais, como a obediência e respeito a pais e professores. A rigidez do currículo levou a isso, sendo necessária uma adaptação em regra aos novos tempos, até mesmo para enfrentar os grandes impasses científicos e tecnológicos.
O Japão questiona, pois, o seu modelo educacional. Enquanto isso, no Brasil, os Ministros da Educação saem felizes do Governo porque deram merenda às crianças carentes.
Há um natural interesse em modificar a sistemática dos exames de habilitação no Brasil. Trata-se de um modelo cansado, velho, que se prestou também para enriquecer muitos falsos educadores com a proliferação dos condenáveis cursinhos. Mas é preciso trocar de modelo por algo que venha efetivamente a funcionar, sendo notável a idéia de valorizar a educação média. Os exames parcelados, a cada ano, somando resultados para uma avaliação final parece-nos o que de melhor foi sugerido, dividindo com mais inteligência o esforço dos alunos, além de obrigar as escolas a uma distribuição mais adequada da carga de conhecimentos a ser exigida dos que a ela têm acesso. O assunto é muito rico, instigante, e ainda será objeto de muita discussão pelas “autoridades educacionais”do país.





Piercing: Os perigos da vaidade

26 10 2008

Colocar um piercing na língua esconde sérios perigos: aumenta o risco de infecções crônicas e de câncer. Ao fazer biópsia em 60 pessoas que usavam piercing havia pelo menos dois anos, a equipe do dentista Artur Cerri, da Faculdade de Odontologia da Universidade de Santo Amaro (Unisa), constatou que 40% apresentavam inflamação crônica acentuada na porção da língua em que ficava o adorno.

Do total de voluntários, 12 tinham lesões em estágio mais avançado, com perda da camada de células que recobre a língua e exposição dos tecidos mais profundos. “Em ambos os casos, as lesões podem desaparecer após a retirada do piercing ou podem se transformar em tumor benigno e até maligno”, explica Cerri. “O risco de câncer aumenta mais ainda para quem fuma ou bebe”, completa. O estudo, feito em colaboração com Plínio Santos, do Departamento de Patologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), detectou três casos em que os pacientes tinham lesões pré-cancerosas – em outras palavras, que poderiam virar câncer a qualquer momento. Segundo Cerri, a movimentação do adorno metálico na língua é a causa das alterações celulares que podem originar o tumor. “Como as lesões são microscópicas, pode levar muito tempo para que sejam detectáveis a olho nu”.





APRENDER A ESTUDAR PODE SER UM DIFERENCIAL NA FASE VESTIBULANDA

26 10 2008

O ano que antecede os exames vestibulares é, normalmente, carregado de aflições, dúvidas e ansiedades. É a época em que temos de decidir a carreira de nossa vida, com tão pouco conhecimento acerca do mercado de trabalho. Por isso, o primeiro passo deve estar associado à escolha da profissão: procure conhecer as atividades que desenvolve com maior desenvoltura, as tarefas que lhe proporcionam prazer e as disciplinas com que mais se identifica. Esse exercício de autoconhecimento é essencial para a construção do perfil profissional. Não ingresse em uma carreira exclusivamente pelo retorno financeiro ou para satisfazer os sonhos dos familiares; lembre-se de que, após a faculdade, você passará no mínimo oito horas diárias desempenhando a profissão escolhida na época do vestibular. A satisfação profissional é motivada, sobretudo, pela realização prazerosa de um trabalho.

Outro aspecto relevante é a metodologia de estudo. O vestibulando bem sucedido não é aquele que estuda com quantidade, mas sim com qualidade. Estabeleça horários de estudo em casa, como os que você tem no curso, organizados por limites de disciplinas e de tempo, não excedendo a quatro horas diárias. Assista às aulas com muita atenção, pois os professores direcionam a exposição dos conteúdos de forma concisa e adequada aos programas vestibulares; já em casa, destine a maior parte de seu tempo à resolução de exercícios. Lembre-se de que você realmente estará preparado para fazer prova, se for capaz de interpretar bem os enunciados elaborados e transpor, em provas discursivas, de forma objetiva e coerente, o conteúdo exigido nas questões propostas. Todavia, respeite as suas limitações: o tempo de sono e a boa alimentação devem ser preservados. O descanso e o lazer são fundamentais para ajudar a manter o padrão de estudos necessário à fase vestibulanda.

Segurança na escolha profissional, metodologia e disciplina são essenciais para que possamos ultrapassar o percurso do vestibular sem estresses e excessos. Esta é apenas a primeira etapa de uma longa carreira que se aproxima. Então viva e aproveite-a sem conflitos: o vestibular é apenas o caminho para alcançar a sua profissão; não dê a ele mais importância do que realmente tem. O equilíbrio é o segredo do sucesso.





A GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

26 10 2008

 

A gravidez precoce está se tornando cada vez mais comum na sociedade contemporânea, pois os adolescentes estão iniciando a vida sexual mais cedo.A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. Uma jovem de 14 anos, por exemplo, não está preparada para cuidar de um bebê, muito menos de uma família. Com isso, entramos em outra polêmica, o de mães solteiras, por serem muito jovens os rapazes e as moças não assumem um compromisso sério e na maioria dos casos quando surge a gravidez um dos dois abandona a relação sem se importar com as conseqüências. Por isso o número de mães jovens e solteirasvem crescendo consideravelmente.É muito importante que haja diálogo entre os pais, os professores e os próprios adolescentes, como forma de esclarecimento e informação.Mas o que acontece é que muitos pais acham constrangedor ter um diálogo aberto com seus filhos, essa falta de diálogo gera jovens mal instruídos que iniciam a vida sexual sem o mínimo de conhecimento. Alguns especialistas afirmam que quando o jovem tem um bom diálogo com os pais, quando a escola promove explicações sobre como se prevenir, o tempo certo em que o corpo está pronto para ter relações e gerar um filho, há uma baixa probabilidade de gravidez precoce e um pequeno índice de doenças sexualmente transmissíveis.O prazer momentâneo que os jovens sentem durante a relação sexual transforma-se em uma situação desconfortável quando descobrem a gravidez.É importante que quando diagnosticada a gravidez a adolescente comece o pré-natal, receba o apoio da família, em especial dos pais, tenha auxílio de um profissional da área de psicologia para trabalhar o emocional dessa adolescente. Dessa forma, ela terá uma gravidez tranqüila, terá perspectivas mais positivas em relação a ser mãe, pois muitas entram em depressão por achar que a gravidez significa o fim de sua vida e de sua liberdade. 

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola