POSTURA QUE DESEJAMOS DO GRÊMIO ESTUDANTIL

26 10 2008

 

 

O que leva um grupo de alunos a concorrerem às eleições do Grêmio? Quais as atitudes que um bom Grêmio deve tomar? O que é o Grêmio Estudantil? Muitas mudanças na sociedade começaram pelos Grêmios Estudantis que revolucionaram e tiveram o poder de mudar significativamente a sociedade. Mas, infelizmente, hoje, muitos alunos vêem-no como uma oportunidade de “aparecer”, pois na época da eleição apresentam-se como os ‘bonzinhos’, compreendem a todos, e prometem o possível e o impossível, dizem que vão lutar pelos interesses dos alunos, que irão promover eventos (só faltam prometer construir uma piscina na escola e comprar um computador para cada aluno!) … Na teoria é tudo muito fácil , mas na prática a história muda de figura. Então perguntamos: até quando vamos apoiar este tipo de atitude? Até quando vamos cruzar os braços e deixar as pessoas nos tratarem como verdadeiros “idiotas”, sem ao menos tentar mudar tudo isso? Sem ao menos cobrar? Isso é preocupante! Se nem na escola, que é um lugar onde aprendemos valores importantíssimos como caráter, honestidade, ética… se nem aqui as coisas funcionam como deveriam, imagina na sociedade.

O que esperar dos futuros jovens candidatos à política, se na escola tudo já começa errado! Será que nossa geração é  uma geração de cegos, surdos e mudos? Cremos que ainda não chegamos a esse ponto, quer dizer, isso é o que esperamos. Nós depositamos nosso voto de confiança no atual Grêmio, por isso temos o direito de cobrar atitudes e explicações.

Queremos um Grêmio Estudantil que se constitua de uma representação legítima e democrática dos estudantes, um Grêmio que colabore na construção da comunidade escolar, como elo entre os alunos e o corpo docente; que, junto com a direção da Unidade de Ensino e professores, busque as mudanças necessárias para a educação nesta Escola; que apresente propostas e sugestões concretas para minimizar os problemas da escola e da comunidade na qual estamos inseridos; que desenvolva o espírito de solidariedade e cooperação entre os estudantes e a escola;
que promova atividades recreativas, culturais, desportivas, literárias e educacionais, estimulando a união de toda a classe estudantil; que crie mecanismos que possibilitem incentivar, desenvolver e estimular o estudante em sua vida educacional, social e profissional. E, sobretudo, que possa unir a classe, tornando-a mais participativa e consciente de seus direitos e deveres.

Aqui vai o nosso recado: queremos atitudes e explicações e, principalmente, postura de um verdadeiro Grêmio, afinal de contas, nós depositamos neles nosso voto de confiança, o ano já esta quase acabando e até agora não há sinais de ações do Grêmio desta escola, para falar a verdade, nem parece  que a Nossa Escola possui um

Grêmio Estudantil!

                                               

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VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE PROFESSOR E EDUCADOR?

26 10 2008

                MARCAS DE BATOM

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom todos os dias removiam o excesso beijando o espelho do banheiro.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um
trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como
sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom…

Um dia, o diretor juntou o bando de meninas no banheiro, explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte, as marcas de batom no banheiro reapareceram.

O diretor então, juntou o bando de meninas e o Zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.

O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho!
Há professores e há educadores…   

 

 

 

A educação é um tema de grande reflexão para a sociedade. Nesse contexto, temos a figura do professor que é um dos principais referenciais na escola. A pedagogia atual entende que essa figura transcendeu e não é mais considerado professor e sim educador (instrutor).

Antes de falarmos nas diferenças entre o professor e o educador, falemos das igualdades. Eles têm as mesmas condições de trabalho, estão situados na mesma escola, possuem a mesma formação mínima necessária, recebem o mesmo salário e trabalham com um mesmo público que é o aluno.

No entanto, existem diferenças gritantes entre a figura do professor e do educador (instrutor). O professor tem a função de transmitir o seu conhecimento, enquanto o educador é comprometido com a formação integral do ser humano e com a sua interação com a família e a sociedade.   O professor sai de casa para mais um dia de aula, enquanto o educador busca formas para promover a transformação do seu aluno. O professor vê no erro do aluno apenas um erro enquanto o educador o vê como fase de transição no processo de aprendizagem.  O professor impõe seus ideais como centro do conhecimento, enquanto o educador é um mediador da relação ensino-aprendizagem.

Por fim, na transcendência da figura do professor para a figura do educador são necessários ingredientes como: humildade, discernimento, relacionamento, atitude e compromisso. Dessa forma, os educadores (instrutores) terão a formação necessária para o exercício não apenas de uma profissão, mas a realização de um ideal de vida.

                                                      Jéssica Cristina 

 

 

 

 

 

 

 

 





MESTRES QUE INSPIRAM!

26 10 2008

Professor não é o que ensina, mas o que desperta no aluno a vontade de aprender.

Professor não é o que ensina, mas o que desperta no aluno a vontade de aprender. 

Na escola há professores e professores. Infelizmente, vivemos em uma sociedade onde a educação é tratada como lixo e, conseqüentemente, os professores e alunos também. Muitos professores acabam desistindo de ensinar, acabam vindo para a escola apenas para ganhar dinheiro; isso quando não faltam várias vezes na semana. Revoltados com a educação, acabam, sem intenção, descontando tudo no aluno. Desanimados e frustrados, dizem que estão cansados “de dar murro em ponta de faca” e com isso fingem que ensinam e nós alunos fingimos que aprendemos! Porém, a culpa não é só dos professores, existe uma série de fatores ligados a tudo isso, como por exemplo: a falta de interesse e respeito dos alunos, a falta de recursos e valorização, o descaso do governo, o baixo salário e muito mais.

Junto a esses professores, que desistiram dos alunos, deixando-nos à mercê da sorte, existem raríssimos professores, brilhantes, que nos inspiraram, nos ajudam a descobrir nossos talentos, a desenvolver múltiplas inteligências, a trabalhar habilidades técnicas e também comportamentais e valorativas. Eles nos mostram os caminhos que devemos seguir e nos ensinam que, apesar de tudo, vale a pena seguir em frente. Por isso, afirmamos, sem medo de errar, que esses raros professores fazem esta escola melhorar cada dia mais e mais.

Uma hora ou outra “a ficha acaba caindo” e a gente acaba percebendo que existem profissionais “brincando” de ser professor, como conseqüência surge um certo desespero, começamos a pensar: “O que será de nós lá fora? Se a gente não tem uma boa base?” Nesta hora dá vontade de jogar tudo para o alto e parar de tentar. Mas, é justamente nessa hora que surge a figura do mestre, motivando e mostrando-nos que se a gente realmente der o nosso melhor, tudo vai dar certo. São eles que nos dão entusiasmo para levantar todos os dias e vir para escola.