A DROGA EM NOSSAS VIDAS

3 04 2009

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Drogas são substâncias entorpecentes, excitantes, alucinógenas utilizadas com a finalidade de, primariamente e em caráter provisório, propiciar ao usuário um pretenso estado psíquico que lhe pareça agradável.
Também são chamadas de drogas substâncias farmacêuticas, cujo fim é o amenizar de dores, a cura de enfermidades, o bem estar do convalescente.
No dia-a-dia, quando algo vai mal, uma das palavras mais utilizadas, possivelmente, seja: droga! que droga!
A ênfase que se dá na pronúncia, tanto ou mais caracteriza o quanto aquilo é ruim.
As drogas, farmacêuticas ou não, utilizadas de forma leviana, induzem a estados de alteração da consciência. Usuários as denominam viagens.
Viagens que deixam, de retorno, seqüelas graves de ordem física e psíquica.
Infelizmente, é bastante expressivo o número de pessoas que as consomem.
As instituições médicas, religiosas, governamentais têm se preocupado com essas estatísticas que demonstram o desprezo à vida, a desvalorização de si mesmo.
O que será do nosso amanhã, quando a juventude se entrega ao vício, esquecendo valores de intelectualidade, conquistas pessoais, enriquecimento do espírito?
O que será do nosso amanhã, quando crianças, que deveriam estar chutando bola, ralando joelho em quedas de bicicleta, corridas, preferem se drogar, para sentir o prazer que essas atividades lhes propiciariam, sem contra-indicações?
O que será do nosso amanhã, quando adultos se entregam a tal vício, esquecendo da nobreza das lutas para atingir o que sonham?
O que será, enfim, do nosso amanhã, quando idosos, que deveriam estar nos repassando a riqueza das suas experiências, resolvem abraçar as drogas, esquecendo valores e afetos?
O que será…?
Enquanto a preocupação cresce nesse sentido, não menos preocupante é o panorama de outras drogas que vêm destruindo amizades, instituições, lares.
Falamos da raiva que vitaliza vinganças mesquinhas, assestando suas lanças contra pessoas que nada mais fazem do que pensar no bem do próximo.
Recordamos da inveja que destrói programas de excelente qualidade, cujo único objetivo é consolar corações, asserenar ânimos, concitar ao otimismo.
Tudo porque o invejoso decide que é mais fácil destruir, do que se esforçar para alcançar o patamar do outro, e ombrear com ele, nas mesmas e dignas lutas pelo semelhante.
Lembramos da maldade que estabelece intrigas, espalha a cizânia da mentira, destruindo a honra de pessoas nobres e coloca suspeitas em tarefas de total renúncia.
Essa forma de agir, na surdina, na calada da noite, lançando petardos aqui e ali, de forma sutil é droga que igualmente produz muitos malefícios.
Por tudo isso, se você não se deseja contaminar, nem servir ao mal, pense um pouco.
Se as informações lhe chegam, destilando veneno, sobre pessoas e instituições, use seu bom senso.
Analise o que fazem os que estão sendo acusados, suas obras, seus feitos.

Coloque na balança da ponderação o que ouve do acusador, seus atos, suas atitudes.
Pense que, enquanto o outro está agindo no bem, este está semeando a intriga, o mal.
E então, com lucidez, não se permita inocular pela droga da raiva, da inveja, da maldade.
Vacine-se com a vigilância e a oração, conforme a orientação de nosso Mestre Jesus.
Não faça viagens pelo país das sombras. Não se deixe enredar pelo mal.
Sirva sempre ao bem. Vibre no bem. Espalhe o bem e contagie a muitos, com a sua disposição de acertar, de ser melhor, em plena consciência de seus pensamentos e atos.

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A Crise. Quê Crise? A Crise! Ahh, a Crise. E o luto.

7 01 2009

dolarNos últimos meses o mundo tem vivido o prenúncio de uma crise econômica mundial, que põe fim a uma época de bonança financeira. Mais recentemente a coisa tem se agravado, instituições financeiras quebrados, golpes bilionários sido desmascarados, mas o fato é que o mundo não vai mais ser o mesmo por alguns anos.

Aqui no Brasil, graças a austero controle governamental que há muito se exerce sobre os investimentos dos bancos, a crise ainda tem se limitado a alguns setores específicos como de financiamentos, através de juros mais altos, e de automóveis, com um estoque altíssimo de carros nos pátios das indústrias. Mas da forma como a economia está interligada hoje, não há como nenhum país que seja palco do mercado mundial, como é o caso do Brasil, não sofrer com seus resultados, se não diretamente, através da fuga de capital estrangeiro para cobrir posições em outros mercados.

Mas felizmente, ao contrário de outras ocasiões em que fomos atingidos logo de início, esta crise está dando ao Brasil o tempo necessário para se preparar para a pancada, retesar os músculos, levantar a guarda e deixar vir. Sim, porque há alguns momentos em que a questão não é saber se vamos levar uma bordoada, e sim quando. E por alguns meses eu fiquei imaginando se o Brasil não tomaria nenhuma medida protetora, a idéia que me passava era a de que estávamos enganchados no primeiro estágio do luto, do modelo de Kübler-Ross.

Para quem não conhece, o modelo, também chamado de ‘os cinco estágios do luto’ (ou dor, ou perda), foi proposto em 1969, e trata das cinco etapas pelas quais passa uma pessoa em face a perda de alguém, ou ainda quando confrontado com a própria mortalidade. E não há como não deixar de traçar um paralelo entre estes estágios e as reações de nosso governo, principalmente na figura de nosso presidente.

Primeiro estágio do luto: Negação e Isolamento

Em outubro, um claro momento de negação, nosso presidente disse que “Nos EUA, a crise é uma tsunami. Aqui é uma marola, que não dá nem para surfar”. Ou seja, ao contrário do resto do mundo, o Brasil não tinha com o que se preocupar, afinal, nossos clientes no exterior continuariam comprando nossas commodities, e as multinacionais que operam aqui continuariam investindo como se nada estivesse acontecendo.

Segundo estágio do luto: Cólera

Felizmente este estágio veio diluído em meio a várias pontadas dadas em países, instituições e empresas. E verdade seja dita, algumas destas pontadas foram merecidas 😉

Terceiro estágio do luto: Negociação

Apesar de o nome cair como uma luva, temos uma grande diferença aqui. Enquanto no modelo de Kübler-Ross a negociação é inútil,o que acontecerá vai acontecer a despeito de qualquer ação, para o caso posto, é de extrema importância, já que define a intensidade do próximo estágio. Sentar, negociar e procurar opções e estudar como se precaver, em uma situação destas, é muito mais efetivo que simplesmente ‘deixar rolar para ver o que acontece’. Ponto para o governo, que mesmo atrasado, lançou medidas visando evitar um possível engessamento da economia. Resta saber se estas medidas são suficientes para que o próximo estágio seja algo muito leve ou que demande internação.

Quarto e Quinto estágios do luto: Depressão e aceitação

Por enquanto estes dois estágios estão no futuro, não sabemos o que acontecerá em médio prazo aqui no Brasil. Se as medidas que o governo tomou e tomará forem suficientes, a depressão poderá não passar de uma breve tristeza e a aceitação, torço por isso, de uma onde que possamos pular sem cair.





DICA DO PAINEL ANTENADOS

7 01 2009

Olá,
Veja estes sites, penso serem bem úteis:

http://www.algosobre.com.br

http://www.mec.gov.br

http://www.garagemmp3.com.br

http://www.portrasdasletras.com.br

http://www.degracaemaisgostoso.com/

http://www.klickeducacao.com.br

http://www.mundovestibular.com.br

http://www.colegiosaofrancisco.com.br/al…

http://www.suapesquisa.com ou então

http://www.bussolaescolar.com.br

São ótimos sites, com vários conteúdos.





FIQUEM LIGADOS: REFORMA ORTOGRÁFICA

7 01 2009

Em 1990, representantes dos oito países que falam português (Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor Leste) decidiram simplificar a grafia e unificar as regras. A implementação, no entanto, é lenta. É preciso que os países ratifiquem as mudanças como fez o Congresso Nacional brasileiro. Em 2007, o Ministério da Educação do Brasil começou a preparar as mudanças nos livros didáticos e pretende que elas estejam totalmente implantadas em 2009. As maiores resistências à reforma vieram de Portugal, justamente o país que deve ter mudanças mais significativas. Os portugueses só ratificaram o acordo em maior de 2008.

 

As tentativas de unificação ortográfica dos países lusófonos são antigas, datando do início do século 20. No Brasil, já houve duas reformas ortográficas em 1943 e 1971, ou seja, um brasileiro com mais de 65 anos vai passar por três reformas. Em Portugal, a última reforma aconteceu em 1945. E muitas diferenças entre Brasil e Portugal continuaram.

Há muita gente que rechaça a unificação, dizendo que há coisas mais importantes a fazer. Quem defende argumenta que o português é, das línguas mais faladas no mundo, a única que ainda não está unificada.

Veja quais as principais mudanças na ortografia. A maioria terá impacto no Brasil:





EDUCAÇÃO!

5 01 2009




MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

5 01 2009




Escola Pública no Japão x Escola Pública no Brasil

5 01 2009